Apostila de escolas municipais do Rio têm erros
Josias de Souza
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Josias de Souza
- Via BBC.
Josias de Souza
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Em certas localidades, não é recomendável aos moradores conversar com policiais. A não ser, claro, em legítima defesa. O vídeo acima foi gravado pela própria polícia civil do Rio de Janeiro. Exibe uma operação realizada na favela do Rola, em Santa Cruz, zona oeste da cidade. Aconteceu em 16 de agosto do ano passado. Agentes aparecem na fita mexendo na cena do crime para forjar autos de resistência. Em nota, a polícia civil informou que um inquérito apura as mortes. Além de cadáveres, produziram-se feridos. A polícia demorou mais de duas horas para levá-los ao hospital. Depois de assistir ao vídeo, pergunte aos seus botões: será que cenas como essas ocorreriam no eixo Ipanema—Barra.
Josias de Souza
Estava o porco se refestelando em sua pocilga quando, de repente, foi transportado à revelia para dois ambientes de pouco asseio –um em Brasília, outro em Maceió. Da tribuna da Câmara, Anthony Garotinho chamou a MP dos Portos de “MP dos Porcos”. E dizendo isso, igualou quadrúpedes inocentes aos bípedes que considera corrompidos.
No Tribunal do Júri sobre a morte de PC Farias, coube ao promotor Marcos Mousinho arrancar o suíno do seu sossessego. O doutor explicava as diferenças entre dois laudos. Num, a namorada do ex-coletor de Fernando Collor matou-o e, depois, suicidou-se. Noutro, houve duplo homicídio.
A alturas tantas, Mousinho explicou que os peritos do segundo laudo atiraram num porco anestesiado para reproduzir os efeitos da bala no corpo da namorada de PC. Diferentemente do que sucedera com a moça, o suíno não sangrou. A bala foi bater no pulmão. Por que não repetiram o teste? “O porco tem direitos humanos dos porcos”, disse o promotor, ateando riso ao redor.
Se tivesse assessor de imprensa, o porco talvez soltasse uma nota. No texto, mandaria anotar: “Incluam-me fora de tanta imundície. Exijo respeito. Se existo é para que me engordem, engordem, engordem, até estar em condições de ser mandado ao matadouro para servir de alimento para os homens. Bem verdade que, depois de comido, me transformo em adubo. Mas a partir daí viro no máximo um pé de alface.”
Josias de Souza
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Carlinhos Brown apresentou-se num palco inusual: o Palácio do Planalto. Ao lado de Dilma Rousseff e da ministra Marta Suplicy (Cultura), ele exibiu um instrumento que criou inspirado na Copa do Mundo de 2014. A ideia é que seja acionado pela torcida sempre que quiser celebrar um gol.
A coisa se chama ‘Caxirola’. Mas, a julgar pelo som e pela forma, você também pode chamar de chocalho. Tem duas virtudes: 1) é feita de plástico reciclável; 2) incomoda menos do que a vuvuzela. Brown colocou Dilma e Marta para tocar sua Caxirola. Ficou provado que qualquer cintura-dura pode se aventurar.